O Banco do Brasil (BBAS3) reconheceu que uma modalidade de parcelamento automático de faturas contribuiu para o salto da inadimplência no cartão de crédito de pessoas físicas no 2° trimestre e decidiu interromper a operação. A piora, que já havia sido identificada pelos modelos de risco do banco no 1° trimestre, foi reconhecida integralmente no balanço divulgado na noite de quarta-feira, 12. Apesar da recuperação do lucro, o avanço do risco de crédito e a pressão sobre o capital mantiveram o tom cauteloso dos executivos e de analistas nesta quinta-feira, 13.
Leia mais em: