Durante muito tempo, a enxaqueca foi atribuída a alterações nos vasos sanguíneos, fatores emocionais e até traços de personalidade. Hoje, porém, a ciência descreve a condição como uma doença neurológica complexa, resultado da ativação de circuitos específicos do cérebro responsáveis pela percepção da dor. Esse avanço também levou ao desenvolvimento de uma nova geração de medicamentos.

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