
surpresas
bom dia. já pensou como seria entediante se tudo saísse exatamente como planejado? às vezes, os imprevistos são o presente disfarçado que a vida manda para tirar a gente do automático.
NA EDIÇÃO DE HOJE
🪖 Hamas faz exigências para aceitar fim do conflito em Gaza
🇧🇷 As principais manchetes do dia no país
🍎 A Apple pode estar próxima de trocar de comandante
✈️ O novo império do luxo são as viagens
💰 China corta soja dos EUA — e o Brasil colhe os frutos
Quarta-feira, 08/10/2025
MUNDO

No dia do 2° aniversário dos ataques terroristas que mataram 1.200 israelenses, autoridades israelenses e representantes do Hamas retomaram negociações indiretas no Egito para debater o plano de cessar-fogo formulado por Trump.
A proposta americana tenta criar um caminho para encerrar a guerra o quanto antes no Oriente Médio e instalar um novo governo em Gaza.
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Cessar-fogo permanente;
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Retirada completa das tropas israelenses da Faixa de Gaza;
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Reconstrução sob liderança palestina;
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Retorno dos palestinos deslocados às suas casas;
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Entrada irrestrita de ajuda humanitária;
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Acordo justo de troca de prisioneiros.
Já Israel exige o desarmamento total do Hamas, a libertação dos 48 reféns ainda mantidos em cativeiro e garantias de segurança antes de qualquer retirada.
O primeiro-ministro Netanyahu aprovou o plano Trump, mas insiste em rejeitar a criação de um Estado palestino — uma lacuna deliberada no documento que dá margem de negociação futura.
Fontes afirmam que as negociações avançaram, mas ainda existe certa cautela em relação a quando o acordo será firmado por ambas as partes.
Enquanto as conversas seguem, a guerra continua. Israel manteve bombardeios em Gaza, com operações denominadas “cirúrgicas” contra posições do Hamas. Desde o início do conflito, mais de 67 mil palestinos foram mortos na região.
BRASIL
(Imagem: Governo do Brasil)
Lula aposta nos influencers. O governo federal dobrou os gastos com publicidade digital neste ano, apostando na força dos influenciadores para ampliar o alcance das campanhas. Desde janeiro, R$ 69 milhões foram investidos em propaganda na internet, um aumento de 110% em relação a 2024.
Aumento de impostos. Uma comissão mista do Congresso aprovou a MP que substitui a alta do IOF por novas fontes de arrecadação. O texto unifica a alíquota do IR em 18% para aplicações financeiras e JCP, mantendo isenção para LCI e LCA. Com as concessões, a arrecadação estimada caiu para R$ 17 bilhões, R$ 3 bi abaixo da previsão inicial. A proposta agora precisa ser aprovada na Câmara e no Senado até hoje para não perder a validade.
Transporte não tão de graça assim. De acordo com a Confederação Nacional do Transporte, o custo para implantar o transporte público gratuito em todo o país seria de R$ 90 bilhões por ano. A proposta solicitada por Lula ainda segue em análise técnica.
Processo aberto. O Conselho de Ética da Câmara abriu processos disciplinares contra três deputados investigados por participação no motim que bloqueou o funcionamento da Casa em agosto. A direção da Câmara pede a suspensão dos mandatos dos políticos.
NEGÓCIOS

Espalhe tanto um boato até que ele se torne verdadeiro… É mais ou menos assim que começou a história sobre a saída de Tim Cook do comando da Apple.
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Até o momento, a Apple não se manifestou — o que, no mundo corporativo, costuma ser o jeito mais elegante de confirmar sem confirmar.
Desde que assumiu o posto em 2011, depois da era Steve Jobs, Cook transformou a Apple em uma máquina de fazer dinheiro.
Sob sua gestão, o valor de mercado da companhia saltou mais de 600% em uma década, chegando à casa dos US$ 3 tri.
O portfólio do CEO também é longo… Chips próprios, serviços como Apple Music, TV+, iCloud e o Apple Pay, com a empresa virando sinônimo de eficiência no mercado.
Mas nem tudo são flores para Cook. Analistas dizem que o CEO foi mais gestor do que visionário — eficiente, mas sem o brilho criativo da “Era Jobs”.
Além disso, o comandante da Maçã é extremamente criticado por a empresa ter perdido o ritmo na corrida por inteligência artificial para rivais como Nvidia e Microsoft. O reflexo disso é a queda de cerca de 14% nas ações da BIG TECH somente neste ano.
Bom, e quanto ao futuro? Se os boatos se confirmarem, Cook deve ser substituído por John Ternus, engenheiro que comanda o desenvolvimento de hardware da Apple há quase duas décadas.
APRESENTADO POR CREDITAS
Segundo a Fidelity, o adulto americano médio deve mais de 104 mil dólares… Tá certo isso?
Bom, pra eles, sim: essa é a famosa dívida boa, aquela que tem juros baixos, prazos longos e pode te ajudar a garantir liquidez para tirar projetos do papel: reformar a casa, começar um negócio, pagar os estudos.
💭 Parece um sonho? Saiba que esse cenário está mudando no Brasil, e a Creditas é pioneira nessa transformação — com mais de 10 anos no mercado oferecendo crédito com garantia.
Se qualquer pessoa ou família tem uma casa ou um carro, podem usá-los pra garantir crédito “saudável”, como nos EUA. Clica aqui pra entender melhor como melhorar de vida de forma estratégica.
TENDÊNCIA
Depois de uma década em que o consumo de luxo se concentrava em produtos — de relógios a carros esportivos —, o novo símbolo de status virou a experiência. Viajar bem passou a valer mais do que ter.
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Hotéis de US$ 8 mil a diária vivem lotação máxima, e marcas tradicionais estão se reinventando para surfar essa onda:
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A tendência reflete uma mudança cultural. Com a incerteza econômica e o acesso mais amplo a itens de grife, o luxo material perdeu parte do brilho.
Mas há um risco embutido. A corrida por abrir mais hotéis e resorts pode diluir a exclusividade que sustenta o setor. Só em Londres, 1,6 mil novos quartos de luxo estão em construção. Quando tudo vira premium, nada mais é.
APRESENTADO POR TRUE
O mercado de wellness não para de crescer — e, junto com ele, a desconfiança sobre o que funciona de verdade.
Em um estudo da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), esse magnésio mostrou resultados surpreendentes:
🌙 Para noites de descanso profundo, essa é a escolha clean label, natural e transparente.
ECONOMIA
(Imagem: Ricardo Stuckert)
China e EUA sempre foram grandes parceiros na compra e venda de produtos e commodities, principalmente quando o assunto é soja. Mas as coisas estão mudando.
O país asiático, maior comprador mundial do grão, reduziu as importações dos EUA de 26,5 milhões de toneladas em 2024 para apenas 5,8 milhões este ano — uma queda de quase 80%.
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O movimento tem se agravado nos últimos tempos. Entre junho e agosto, nenhum carregamento americano chegou aos portos chineses, e Pequim não fechou contratos da nova safra.
Se não bastasse a queda na soja, a comercialização de milho, trigo e sorgo também despencaram, e as exportações agrícolas ao país asiático devem cair 30% em 2025, o que tem gerado revolta dos produtores americanos.
Revolta americana, alegria brasileira
Com o caminho aberto deixado por Washington, os produtores brasileiros estão aproveitando para “fazer a festa”.
Já são 77 milhões de toneladas de soja vendidas à China neste ano, número recorde que consolida o país como principal fornecedor global.
Além disso, o país tem expandido sua fatia nas exportações de milho e carne para a China — fortalecendo a balança comercial e reforçando o peso do agronegócio brasileiro no comércio global.
APRESENTADO POR INTELI
Pra todas essas questões tem solução: no Inteli, os alunos não passam o semestre em aulas de PowerPoint sobre “casos de Harvard”. Eles resolvem problemas reais de empresas parceiras.
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